![]() LEWIS CARROLL 1832 - 1898
Charles
Lutwidge Dogson, conhecido como Lewis Carroll, nasceu em 27 de janeiro
de 1832 em
Daresbury, Cheshire. Filho do Rev. Charles Dogson, era o terceiro de quase
uma dúzia de irmãos. Em 1865 publicou "Alice no País das Maravilhas".
Durante
muitos anos praticou a fotografia como hobby, e foi fotógrafo de destaque no séc XIX.
Carroll especializou-se em dois tipos de fotografia: portraits de pessoas importantes da época (artistas, escritores, poetas, religiosos, cientistas, professores, atores e políticos) e crianças
pequenas, garotas em sua maioria. Ms. Grundy ficou furiosa e exclamou: "Nunca! Nem pensar." Nos dias de hoje, Carroll, com certeza, se veria
em apuros para explicar estas suas estranhas preferências... Dodgson foi professor em Oxford, onde conheceu
aquele que viria a ser o seu grande amigo, o deão Henry Liddell, pai de 3 meninas - Alice, Lorina e Edite - a primeira das quais viria a ser a fonte de inspiração para o seu primeiro grande livro, publicado em 1865: Alice in Wonderland.
Para Alice Liddell, ele compôs o manuscrito "Alice's Adventures Under Ground",
ilustrou e ofereceu-lhe como presente de Natal. Alice Liddell, costumava acompanhar Carroll
em seus passeios de barco e parece que 'Alice's Adventures" foi "inventado" num destes memoráveis
passeios... Não se sabe se chegou a haver um "pedido de casamento" formal, por parte dele, contudo, a Sra Liddell, "tomou providencias para desencorajar-lhe a atenção", e finalmente queimou todas as suas cartas para Alice. Ainda assim, durante toda sua vida, Dodgson demonstrou esta curiosa afeição por garotinhas. Procurava-as não apenas para desfrutar de sua companhia ou para contar-lhes historinhas, mas também para fotografá-las, e se possível, nuas. Seus colegas de universidade o achavam bizarro; ele, claro, desmentia qualquer segunda intenção. Em outra carta para a mãe de uma das suas modelos pré-adolescentes, ele escreveu: “Sua inconsciência inocente é muito bonita e nos faz ter um sentimento de reverência, como se estivéssemos diante de algo sagrado.” Alguns de seus modelos:
|