Pessoal, transpessoal, impessoal. Pessoa dolorosamente clarividente.

Amado, odiado, plagiado, mas principalmente comentado por legiões de Autores, deixou, no entanto, versos e textos onde cada palavra tem sua voz, digamos, "pessoal".
Pessoa sempre foi seu próprio exegeta.Esta sim, uma proeza e tanto...
Algumas peças do "puzzle" gigante que ele ainda é estão no menu ao lado.
Para excluir o rolamento da imagem, basta clicar o botão do alto, à esquerda.



LISBOA, 1888-1935

30 de novembro de 1935 - Fernando Pessoa morre em Lisboa, aos 47 anos.
"I know not what tomorrow will bring".... (sua última anotação)